• O Acampamento de Akgarot •
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• O Acampamento de Akgarot • Capítulo 17

⑯ 𝑻𝒂𝒚𝒍𝒐𝒓 𝒆𝒏𝒕𝒓𝒂 𝒆𝒎 𝒄𝒆𝒏𝒂 • 🌹

Publicado em 21/07/2021

" Abriu os olhos, finalmente, e tentou localizar onde estava. As paredes estavam cobertas por um mural de fotos, coladas a alfinetes em algum painel; ao lado da escrivaninha havia um quadro com os horários escolares. Foi apenas isso que você pôde identificar, por enquanto, mas foi o suficiente.
O terceiro quarto do corredor estava intacto, tudo exatamente como você havia o deixado naquela manhã."

Após voltar para Savalha, nosso protagonista está de volta à sua casa, onde morou por tantos anos.
Agora que Taylor foi encontrada, talvez ela possa nos responder várias perguntas, ou nos dar outras mais complicadas... O fato é: ela sabe coisas e segredos que você nem sonharia que existiam.

2 finais alternativos

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Cena 1

Bom dia, boa tarde, boa noite ou boa madrugada leitor! Como está?

Tá legal, eu sei. Mais de um mês sem atualizar.
Eu me sinto muito mal quando isso acontece, mas realmente não conseguia escrever o capítulo. O bloqueio criativo estava enorme, e tive que repensar todo o roteiro também...
Talvez estranhem o final repentino do capítulo, o motivo disso seria que eu precisei dividir o capítulo para poder postá-lo ainda essa semana. Mas chega, chega de dar spoilers. Você mesmo entenderá quando começar a ler.

Agora, neste capítulo, estamos chegando na minha parte favorita da história. Se assim posso dizer...
Espero que tenham suas teorias prontas para agora em diante, pois iremos começar a usá-las. Espiões... o mistério está quase no fim.

Mas chega de enrolar, vamos ao que interessa.
Com quem irá jogar?

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  • Jackie (menina)
    Jackie (menina)
  • Jack (menino)
    Jack (menino)

Cena 2

— Eu odeio o teletransporte! — Mary resmungou se apoiando na bancada da cozinha.

Haviam acabado de se teletransportar para a casa dos Avellys, o número 59 da rua Nevada, acima da antiga floricultura. E embora o Avelly não tenha passado mais que alguns meses longe desta casa, ela não parecia mais tão familiar assim.
Muita coisa havia mudado ali...

— Não reclame. — Trevor respondeu o comentário da loira — Nós pelo menos chegamos a um lugar e nem chamamos atenção.

— Mas não sabemos quem está aqui. — Mary completou séria — Sua vó não tinha vendido a casa? — concluiu se dirigindo a Jack.

— Eu... não sei.

Aquela ideia atormentava o Avelly desde que haviam parado ali, na cozinha.
A casa, que estava de pernas para o ar no dia em que saíram, se encontrava limpa e organizada. Mesmo no escuro da noite, aquilo era com certeza notável. Alguns móveis foram trocados de lugar, algumas coisas desapareceram dali. Haviam novos quadros na parede em diferentes lugares, e se não estivesse escuro demais Jack já teria pego-os para ver quem estava ali. O chão estava bem varrido, o que seria impossível para um lugar "abandonado", a menos que alguém o limpou...
Tudo mostrava apenas uma coisa: alguém estava ali na casa.

O mais preocupante era o cansaço que Jack carregava agora, depois de dois teletransportes assim teria que ter um tempo para "recarregar" os poderes. Não haveria como sair dali de forma rápida se precisassem.

— Acho melhor irmos embora. — a voz de Julliet soou no escuro. — Isso é invasão domiciliar.

Ela estava certa. Deveriam ir embora, e agora mesmo.
Jack suspirou, olhando para sua casa pela ultima vez e se virou em direção à porta de ferro da cozinha, que dava em direção às escadas e a saída. Tudo o que tinham que fazer era sair por ali, descer os quatorze degraus e chegar na garagem, havia uma chave reserva debaixo de um vaso para abrir o portão de ferro...

Jack já tinha todo o plano pronto para saírem dali, virou-se para a porta atrás de si, nem pensando se a porta estava ou não trancada. Sobre esse fato, ela nunca descobriu, não teve tempo.

Assim que tocou a maçaneta, um som foi ouvido de algum lugar, como um sopro ou vazamento de gás. O Avelly não teve tempo de descobrir o que era, mas vou revelar: um gás esverdeado invadiu a sala, causando tontura e fazendo com que Jack adormecesse.
Os três campistas haviam caído na armadilha.

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Cena 3

— Eu odeio o teletransporte! — Mary resmungou se apoiando na bancada da cozinha.

Haviam acabado de se teletransportar para a casa dos Avellys, o número 59 da rua Nevada, acima da antiga floricultura. E embora a Avelly não tenha passado mais que alguns meses longe desta casa, ela não parecia mais tão familiar assim.
Muita coisa havia mudado ali...

— Não reclame. — Trevor respondeu o comentário da loira — Nós pelo menos chegamos a um lugar e nem chamamos atenção.

— Mas não sabemos quem está aqui. — Mary completou séria — Sua vó não tinha vendido a casa? — concluiu se dirigindo a Jackie.

— Eu... não sei.

Aquela ideia atormentava a Avelly desde que haviam parado ali, na cozinha.
A casa, que estava de pernas para o ar no dia em que saíram, se encontrava limpa e organizada. Mesmo no escuro da noite, aquilo era com certeza notável. Alguns móveis foram trocados de lugar, algumas coisas desapareceram dali. Haviam novos quadros na parede em diferentes lugares, e se não estivesse escuro demais Jackie já teria pego-os para ver quem estava ali. O chão estava bem varrido, o que seria impossível para um lugar "abandonado", a menos que alguém o limpou...
Tudo mostrava apenas uma coisa: alguém estava ali na casa.

O mais preocupante era o cansaço que Jackie carregava agora, depois de dois teletransportes assim teria que ter um tempo para "recarregar" os poderes. Não haveria como sair dali de forma rápida se precisassem.

— Acho melhor irmos embora. — a voz de Julliet soou no escuro. — Isso é invasão domiciliar.

Ela estava certa. Deveriam ir embora, e agora mesmo.
Jackie suspirou, olhando para sua casa pela ultima vez e se virou em direção à porta de ferro da cozinha, que dava em direção às escadas e a saída. Tudo o que tinham que fazer era sair por ali, descer os quatorze degraus e chegar na garagem, havia uma chave reserva debaixo de um vaso para abrir o portão de ferro...

Jackie já tinha todo o plano pronto para saírem dali, virou-se para a porta atrás de si, nem pensando se a porta estava ou não trancada. Sobre esse fato, ela nunca descobriu, não teve tempo.

Assim que tocou a maçaneta, um som foi ouvido de algum lugar, como um sopro ou vazamento de gás. A Avelly não teve tempo de descobrir o que era, mas vou revelar: um gás esverdeado invadiu a sala, causando tontura e fazendo com que Jackie adormecesse.
Os três campistas haviam caído na armadilha.

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Cena 4

Imagem da cena

Jackie estava em pé, no meio de um campo amarelo de trigo. Os céus estavam escuros, repleto de nuvens carregadas de chuva. Ainda sim, a chuva procrastinava para cair, deixando apenas sua aparência tempestuosa invadir os céus mas sem nenhuma gota de água no solo.

Havia uma respiração ofegante cortando o vento, alguém estava correndo no meio do trigo. A Avelly virou-se e viu uma menina, usava um vestido surrado branco e os cabelos, negros como tais, esvoaçam ao vento, sardas flutuavam sobre seu rosto e os olhos azuis eram travessos e sombrios.
Parecia assustada e estava sempre olhando para trás após uma pausa, além de correr o mais rápido que conseguia. E logo você entendeu o porquê.

Do meio das árvores, no alto e escondido morro, surgiram uma tropa de cavaleiros, alguns levavam espada, outros não. Todos corriam atrás da garota.

— Peguem a bruxa! — ordenou o que você considerou o chefe — E não a deixem escapar!

E a tropa se aproximou, colina abaixo. A menina, muito mais a frente, chegara até uma árvore e se recostara nela para descansar. Parecia não ter mais forças para correr, e os olhos azuis procuravam desesperadamente por alguma coisa do outro lado do campo.

Ninguém pareceu notar a Avelly ali no meio. A garota encarava o cenário a sua frente atentamente, sem entender do que exatamente se tratava.

Conforme o exército se aproximou, eles iam andando mais devagar. Os cavalos, que antes corriam, andavam em marcha em direção à menina, que encarava os homens com raiva.

— Vejam só — um debochou — a bruxinha do demônio desistiu.

— Não sou bruxa. — a morena respondeu. Embora a voz dela soasse bastante calma, os olhos fuzilavam cada soldado em sua frente, como se pensasse de que forma os mataria.

— Você causou a peste! — um dos soldados sibilou.

Aquilo pareceu ofender a garota, e bastante. Deu um passo para frente, ainda sem parar de encarar os soldados com um olhar feroz.
Ela não disse nada, ninguém mais disse. O clima estava ficando pior que a chuva nos céus.

Jackie recuou um passo para trás.

— Renda-se ou morra. — o chefe concluiu, parecendo desconfortável. — Não tem saída.

A garoto abriu um sorriso de canto e pendeu um pouco a cabeça para o lado, se divertia com a expressão dos outros.

— Para mim, tem sim. — falou como se fosse uma coisa óbvia demais — Já para vocês... — uma risada cínica — Meus irmãos cuidarão disso.

Sem tempo para os homens recuarem do terreno ou mesmo pensarem nas palavras da garota, sombras emergiram de cada canto que existia. Como se fossem imãs atraídos para o exercito, faixas negras saiam de seus esconderijos atrás das árvores, pedras e rios. E em poucos segundos, uma nuvem negra cobriu a tropa.
Os cavalos começaram a ficar agitados, alguns relinchavam e outros fizeram de tudo para derrubar seus cavaleiros. Alguns ainda conseguiram e fugiram correndo para longe da nuvem.

A menina riu com gosto, de um jeito arrepiante se considerarmos a situação. Jackie encarava a nuvem negra hipnotizada, haviam gritos dos soldados, explosões e som de espadas se chocando, era como se um monstro houvesse caído ali.

Quando virou-se para onde vinha a risada da menina, esperando encontrá-la na frente da árvore, percebeu que ela havia sumido. Não havia ninguém perto da árvore, ninguém ria no meio do campo.

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  • 🖤

Cena 5

Imagem da cena

Jack estava em pé, no meio de um campo amarelo de trigo. Os céus estavam escuros, repleto de nuvens carregadas de chuva. Ainda sim, a chuva procrastinava para cair, deixando apenas sua aparência tempestuosa invadir os céus mas sem nenhuma gota de água no solo.

Havia uma respiração ofegante cortando o vento, alguém estava correndo no meio do trigo. Jack virou-se e viu uma menina, usava um vestido surrado branco e os cabelos, negros como tais, esvoaçam ao vento, sardas flutuavam sobre seu rosto e os olhos azuis eram travessos e sombrios.
Parecia assustada e estava sempre olhando para trás após uma pausa, além de correr o mais rápido que conseguia. E logo você entendeu o porquê.

Do meio das árvores, no alto e escondido morro, surgiram uma tropa de cavaleiros, alguns levavam espada, outros não. Todos corriam atrás da garota.

— Peguem a bruxa! — ordenou o que você considerou o chefe — E não a deixem escapar!

E a tropa se aproximou, colina abaixo. A menina, muito mais a frente, chegara até uma árvore e se recostara nela para descansar. Parecia não ter mais forças para correr, e os olhos azuis procuravam desesperadamente por alguma coisa do outro lado do campo.

Ninguém pareceu notar o Avelly ali no meio. O garoto encarava o cenário a sua frente atentamente, sem entender do que exatamente se tratava.

Conforme o exército se aproximou, eles iam andando mais devagar. Os cavalos, que antes corriam, andavam em marcha em direção à menina, que encarava os homens com raiva.

— Vejam só — um debochou — a bruxinha do demônio desistiu.

— Não sou bruxa. — a morena respondeu. Embora a voz dela soasse bastante calma, os olhos fuzilavam cada soldado em sua frente, como se pensasse de que forma os mataria.

— Você causou a peste! — um dos soldados sibilou.

Aquilo pareceu ofender a garota, e bastante. Deu um passo para frente, ainda sem parar de encarar os soldados com um olhar feroz.
Ela não disse nada, ninguém mais disse. O clima estava ficando pior que a chuva nos céus.

Jack recuou um passo para trás.

— Renda-se ou morra. — o chefe concluiu, parecendo desconfortável. — Não tem saída.

A garoto abriu um sorriso de canto e pendeu um pouco a cabeça para o lado, se divertia com a expressão dos outros.

— Para mim, tem sim. — falou como se fosse uma coisa óbvia demais — Já para vocês... — uma risada cínica — Meus irmãos cuidarão disso.

Sem tempo para os homens recuarem do terreno ou mesmo pensarem nas palavras da garota, sombras emergiram de cada canto que existia. Como se fossem imãs atraídos para o exercito, faixas negras saiam de seus esconderijos atrás das árvores, pedras e rios. E em poucos segundos, uma nuvem negra cobriu a tropa.
Os cavalos começaram a ficar agitados, alguns relinchavam e outros fizeram de tudo para derrubar seus cavaleiros. Alguns ainda conseguiram e fugiram correndo para longe da nuvem.

A menina riu com gosto, de um jeito arrepiante se considerarmos a situação. Jack encarava a nuvem negra hipnotizado, haviam gritos dos soldados, explosões e som de espadas se chocando, era como se um monstro houvesse caído ali.

Quando virou-se para onde vinha a risada da menina, esperando encontrá-la na frente da árvore, percebeu que ela havia sumido. Não havia ninguém perto da árvore, ninguém ria no meio do campo.

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Cena 6

Imagem da cena

Sua cabeça latejava, sentia o cansaço desgastante, e muito embora estivesse acordado, não conseguia se mover e nem abrir os olhos. Jack sentia sua respiração pesada e a dor forte na cabeça. Haviam sons de carros, de vozes familiares conversando e de um pássaro teimoso em algum lugar, que tentava cantar mais alto que as buzinas do trânsito.
O que havia acontecido? Que dia era? Quanto tempo apagou? Quem era aquela menina? O que era aquele gás e por que estava lá? Estávamos na casa certa?

Abriu os olhos, finalmente, e tentou localizar onde estava. O escuro não ajudou muito.
Levantou-se, não se importando com as dores e o cansaço, e, procurando alguma coisa nas paredes, tentava não bater em nenhum móvel do quarto. Se Jack estivesse certo ao pensar que lugar era aquele, deveria haver um interruptor por... Aqui!

A luz foi acesa, revelando a aparência do quarto.

As paredes estavam cobertas por um mural de fotos, coladas a alfinetes em algum painel; ao lado da escrivaninha havia um quadro com os horários escolares. Foi apenas isso que você pôde identificar, por enquanto, mas foi o suficiente.

O terceiro quarto do corredor estava intacto, tudo exatamente como você havia o deixado naquela manhã. Havíamos saído tão felizes (e atrasados) naquele dia... não se lembra leitor?

Jack pegou a foto mais próxima na parede. Era uma foto bem antiga, tirada por volta de dez anos atrás. O Avelly devia ter sete ou seis anos ali, com a cara suja de tinta após aprontar alguma coisa. A outra Avelly, Taylor, parecia zangada encarando o irmão, que havia destruído suas preciosas tintas e seu desenho.

A parede trazia fotos assim, da infância ou mesmo do mês anterior a nossa partida, que parecia ter sido à séculos. Haviam fotos da escola, com os antigos amigos. Tinha foto de aniversário, ano-novo, páscoa... e por aí vai. Eram lembranças capturadas por câmeras, que traziam a nostalgia da vida "normal", antes de toda essa confusão.
Jack adorava aquelas fotos, todas aquelas lembranças na parede, e vivia colecionando-as.

Parou de encarar a foto e a pendurou novamente do painel, no espaço vazio que ela havia deixado ao ser retirada.

O garoto analisou o quarto mais uma vez antes de focar nas vozes do corredor. Alguém estava conversando... Se virou para a porta entreaberta, pensando se ir verificar seria mesmo uma boa ideia.
Bem, só vamos descobrir tentando, não?

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Cena 7

Imagem da cena

Sua cabeça latejava, sentia o cansaço desgastante, e muito embora estivesse acordada, não conseguia se mover e nem abrir os olhos. Jackie sentia sua respiração pesada e a dor forte na cabeça. Haviam sons de carros, de vozes familiares conversando e de um pássaro teimoso em algum lugar, que tentava cantar mais alto que as buzinas do trânsito.
O que havia acontecido? Que dia era? Quanto tempo apagou? Quem era aquela menina? O que era aquele gás e por que estava lá? Estávamos na casa certa?

Abriu os olhos, finalmente, e tentou localizar onde estava. O escuro não ajudou muito.
Levantou-se, não se importando com as dores e o cansaço, e, procurando alguma coisa nas paredes, tentava não bater em nenhum móvel do quarto. Se Jackie estivesse certa ao pensar que lugar era aquele, deveria haver um interruptor por... Aqui!

A luz foi acesa, revelando a aparência do quarto.

As paredes estavam cobertas por um mural de fotos, coladas a alfinetes em algum painel; ao lado da escrivaninha havia um quadro com os horários escolares. Foi apenas isso que você pôde identificar, por enquanto, mas foi o suficiente.

O terceiro quarto do corredor estava intacto, tudo exatamente como você havia o deixado naquela manhã. Havíamos saído tão felizes (e atrasados) naquele dia... não se lembra leitor?

Jackie pegou a foto mais próxima na parede. Era uma foto bem antiga, tirada por volta de dez anos atrás. A Avelly devia ter sete ou seis anos ali, com a cara suja de tinta após aprontar alguma coisa. A outra Avelly, Taylor, parecia zangada encarando a irmã, que havia destruído suas preciosas tintas e seu desenho.

A parede trazia fotos assim, da infância ou mesmo do mês anterior a nossa partida, que parecia ter sido à séculos. Haviam fotos da escola, com os antigos amigos. Tinha foto de aniversário, ano-novo, páscoa... e por aí vai. Eram lembranças capturadas por câmeras, que traziam a nostalgia da vida "normal", antes de toda essa confusão.
Jackie adorava aquelas fotos, todas aquelas lembranças na parede, e vivia colecionando-as.

Parou de encarar a foto e a pendurou novamente do painel, no espaço vazio que ela havia deixado ao ser retirada.

A garota analisou o quarto mais uma vez antes de focar nas vozes do corredor. Alguém estava conversando... Se virou para a porta entreaberta, pensando se ir verificar seria mesmo uma boa ideia.
Bem, só vamos descobrir tentando, não?

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Cena 8

Saiu do quarto, atravessando a porta e se deparando com o corredor vazio. As janelas estavam abertas, deixando a luz do sol entrar e iluminar o lugar. Os corredores estavam desertos, mas as vozes de conversas o preenchiam. Jack fechou a porta atrás de si e andou em direção à sala, de onde pareciam vir as vozes.

— A quanto tempo você vem estudando sobre isso? — você ouviu a voz de Mary Julliet perguntar.

— Meses. — outra voz feminina foi ouvida — Desde que descobri sobre Akgarot para ser exata. Eu não podia ficar parada!

O Avelly sabia que conhecia aquela voz, mas não conseguiu identificá-la na hora. Era familiar... muito familiar.

— É arriscado. — outra voz argumentou, seu dono foi reconhecido como Trevor Yooance. — Aluen vem exterminando ou usando quem sabe de informações demais.

— Se você estiver errada, podemos morrer. — Mary soou séria e fria. — Qualquer errinho...

— Eu sei como acabar com tudo isso. — a voz desconhecida respondeu no mesmo tom — Sei como deter Aluen, sei os motivos dela. Sei o segredo do Conselho, e o maior ponto fraco deles também. Sei sobre o terceiro lado da guerra, parte do plano deles e onde se escondem, querem mais alguma coisa?!

— Saber se você tem certeza do que diz. — a Julliet bufou.

Um tempo de silêncio se seguiu após a fala seca de Mary.

Quem era aquela pessoa com quem os dois conversavam? Por que ela sabia de tudo aquilo?

Jack terminou de cruzar o corredor, encarando os outros campistas na sala e se surpreendendo com a terceira pessoa presente. Estava o encarando, com os olhos no mais belo tom de verde por baixo dos óculos, Taylor Avelly.

— Olá Jack. — a irmã abriu um sorriso envergonhado.

— Oi... — Jack arquejou, sem saber como reagir. Taylor... ali?

A irmã mais velha se aproximou do caçula, cautelosa, e pôs a mão em seu ombro.

— Como se sente? — perguntou.

— Como se tivesse levado um soco.

Taylor abriu um sorriso mais aberto e abraçou o irmão, que ainda não parecia acreditar.

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  • *.*

Cena 9

Saiu do quarto, atravessando a porta e se deparando com o corredor vazio. As janelas estavam abertas, deixando a luz do sol entrar e iluminar o lugar. Os corredores estavam desertos, mas as vozes de conversas o preenchiam. Jackie fechou a porta atrás de si e andou em direção à sala, de onde pareciam vir as vozes.

— A quanto tempo você vem estudando sobre isso? — você ouviu a voz de Mary Julliet perguntar.

— Meses. — outra voz feminina foi ouvida — Desde que descobri sobre Akgarot para ser exata. Eu não podia ficar parada!

A Avelly sabia que conhecia aquela voz, mas não conseguiu identificá-la na hora. Era familiar... muito familiar.

— É arriscado. — outra voz argumentou, seu dono foi reconhecido como Trevor Yooance. — Aluen vem exterminando ou usando quem sabe de informações demais.

— Se você estiver errada, podemos morrer. — Mary soou séria e fria. — Qualquer errinho...

— Eu sei como acabar com tudo isso. — a voz desconhecida respondeu no mesmo tom — Sei como deter Aluen, sei os motivos dela. Sei o segredo do Conselho, e o maior ponto fraco deles também. Sei sobre o terceiro lado da guerra, parte do plano deles e onde se escondem, querem mais alguma coisa?!

— Saber se você tem certeza do que diz. — a Julliet bufou.

Um tempo de silêncio se seguiu após a fala seca de Mary.

Quem era aquela pessoa com quem os dois conversavam? Por que ela sabia de tudo aquilo?

Jackie terminou de cruzar o corredor, encarando os outros campistas na sala e se surpreendendo com a terceira pessoa presente. Estava a encarando, com os olhos no mais belo tom de verde por baixo dos óculos, Taylor Avelly.

— Olá Jackie. — a irmã abriu um sorriso envergonhado.

— Oi... — Jackie arquejou, sem saber como reagir. Taylor... ali?

A irmã mais velha se aproximou da caçula, cautelosa, e pôs a mão em seu ombro.

— Como se sente? — perguntou.

— Como se tivesse levado um soco.

Taylor abriu um sorriso mais aberto e abraçou a irmã, que ainda não parecia acreditar.

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  • *.*

Cena 10

Taylor ainda era a mesma Taylor de sempre, apesar do novo corte de cabelo e de parecer um pouco desconfortável toda vez que olhava para o céu. Havia um enorme painel com um mapa mental na sala de estar, onde todos estavam discutindo.
Era um painel parecido com o que Mary Julliet lhe mostrara no acampamento... Repleto de nomes, fotos e jornais. Eram os suspeitos que Taylor tinha em mente, e, caraca!, ela tinha uma longa lista!

Jackie mal teve tempo de passar os olhos pelo quadro antes dos olhos verdes de Taylor o encararem, frios de um jeito que jamais foram. O que havia acontecido com ela?

Apesar disso, quando Jackie teve certeza de que Taylor iria xingá-la por estarem em Savalha, a irmã sorriu e pediu, de maneira calma, para que tomasse um banho. Apenas isso.
Era um pedido estranho, vamos concordar.

— Eu vou te explicar tudo depois. — assegurou, concluindo suas ordens.

A garota concordou com a cabeça, entendo que Taylor só queria expulsá-la da sala. Quando se virou para sair, encarou Trevor e Mary. Os dois desviaram o olhar e fingiram que conversavam.
Era sério? Ninguém iria te contar sobre o que conversam?

Uau... muito obrigada.

Jackie respirou fundo e saiu da sala, um pouco ofendida e zangada com todos os outros.

🍁 ⇢⇠⇢⇠⇢⇠⇢⇠⇢⇠ 🍂

Vou revelar a verdade: o primeiro plano era sim, ficar escondida e escutando o que se seguiria da conversa dos outros. Porém assim que abriu a porta do quarto e ligou a luz, teve que admitir que aquela sua imagem no espelho estava péssima.
Parecia que havia acabado de sair do meio de uma floresta e... ok, nós literalmente fizemos isso.

Droga, um banho iria cair bem mesmo agora.

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Cena 11

Taylor ainda era a mesma Taylor de sempre, apesar do novo corte de cabelo e de parecer um pouco desconfortável toda vez que olhava para o céu. Havia um enorme painel com um mapa mental na sala de estar, onde todos estavam discutindo.
Era um painel parecido com o que Mary Julliet lhe mostrara no acampamento... Repleto de nomes, fotos e jornais. Eram os suspeitos que Taylor tinha em mente, e, caraca!, ela tinha uma longa lista!

Jack mal teve tempo de passar os olhos pelo quadro antes dos olhos verdes de Taylor o encararem, frios de um jeito que jamais foram. O que havia acontecido com ela?

Apesar disso, quando Jack teve certeza de que Taylor iria xingá-lo por estarem em Savalha, a irmã sorriu e pediu, de maneira calma, para que tomasse um banho. Apenas isso.
Era um pedido estranho, vamos concordar.

— Eu vou te explicar tudo depois. — assegurou, concluindo suas ordens.

O garoto concordou com a cabeça, entendo que Taylor só queria expulsá-lo da sala. Quando se virou para sair, encarou Trevor e Mary. Os dois desviaram o olhar e fingiram que conversavam.
Era sério? Ninguém iria te contar sobre o que conversam?

Uau... muito obrigado.

Jack respirou fundo e saiu da sala, um pouco ofendido e zangado com todos os outros.

🍁 ⇢⇠⇢⇠⇢⇠⇢⇠⇢⇠ 🍂

Vou revelar a verdade: o primeiro plano era sim, ficar escondido e escutando o que se seguiria da conversa dos outros. Porém assim que abriu a porta do quarto e ligou a luz, teve que admitir que aquela sua imagem no espelho estava péssima.
Parecia que havia acabado de sair do meio de uma floresta e... ok, nós literalmente fizemos isso.

Droga, um banho iria cair bem mesmo agora.

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  • (Avançar)

Cena 12

Agora se encarava no espelho. O rosto estava limpo, revelando uma pequena cicatriz na bochecha esquerda. Um pequeno corte...
O cabelo estava bagunçado e molhado, limpo. Urgentemente precisava ser aparado, os dois lados já estavam quase desiguais.

O moletom cinzento que escolhera para vestir era quase uma lembrança, era estranho voltar a vesti-lo. Era estranho tudo aquilo, estar de volta em casa, em Savalha. As coisas não deixaram de ser familiares, mas deixaram de ser cotidianas. O som dos carros nas ruas parecia algo de outro mundo agora.
Quando foi que estivemos tão apegadas ao acampamento?

O banho normalmente te ajudava a acordar, dessa vez não foi diferente. A Avelly encarava o reflexo no espelho, mas pensando longe. Agora sim pensava em cada acontecimento.
O sonho ainda parecia bem real... quem era aquela menina?

Suspirou, percebendo que não iria chegar a lugar algum ali parada. Abriu a porta e saiu do banheiro.

Quando chegou na sala, não encontrou mais o quadro de suspeitos que estivera ali antes. Estava bastante claro que os dados foram escondidos, como se você não pudesse saber deles.

Correu os olhos pela sala, Trevor e Mary estavam sentados no sofá e analisavam nomes em um livro posto sobre a mesinha da sala. Não levantaram os olhos, evitando encarar Jackie.
Já Taylor estava na cozinha, que, assim que a viu, se afastou da bancada da cozinha e sorriu para a irmã, prestes a contar algo.

— Onde está o painel? — Jackie perguntou, apontando para onde o quadro estava minutos anteriores, antes que Taylor falasse.

Taylor mudou de expressão rapidamente, o sorriso desapareceu. A jovem pareceu ter ganhado vários anos a mais.

— Eu... — suspirou pelo nariz — Não é assunto para agora.

— Ah é? — a garota bufou, olhando para os outros dois — E vocês também não parecem que vão me falar nada.

Mary levantou a cabeça, encarando Jackie. Trevor continuou encarando o livro, como se ainda estudasse quem diabos era Oliver Eirian.
Ninguém ousou responder nada.

— Muito cativante pessoal, — Jackie resmungou — também confio muito em vocês.

— Não é questão de confiança. — Taylor argumentou, calma — É um assunto um pouco...

— Por favor não fale que é complicado. — a irmã a cortou.

— ... difícil de se explicar. — Taylor pensou nas palavras — É que... não importa o que ou quem você ache que esteja envolvido em Aluen, é com certeza bem pior.

Jura Taylor? Então por que não conta logo, de uma vez?! Argh! Sinceramente, por que fazem questão de demorar para contar as coisas?
Dói tanto assim revelar o que é "isso" que Aluen trama tanto? Dói tanto demorar para contar quem é esse maldito espião?
(Dói, dói sim. Mas, leitores, isso é tão divertido!)

— Como sabe disso? — Jackie revirou os olhos, era apenas uma tentativa de não encarar a irmã.

— Eu trabalho com isso, todo dia. — respondeu de forma simples — O Conselho tem um monte de informações guardadas, elas são bem úteis.

Jackie levantou a cabeça, surpresa, e fitou os olhos verdes de Taylor.

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  • — Como você tem acesso aos dados do Conselho?
  • — Defina esse "trabalho".
  • — Ah, então você rouba dados do governo para uma pesquisa?

Cena 13

Agora se encarava no espelho. O rosto estava limpo, revelando uma pequena cicatriz na bochecha esquerda. Um pequeno corte...
O cabelo estava bagunçado e molhado, limpo. Urgentemente precisava ser aparado.

O moletom cinzento que escolhera para vestir era quase uma lembrança, era estranho voltar a vesti-lo. Era estranho tudo aquilo, estar de volta em casa, em Savalha. As coisas não deixaram de ser familiares, mas deixaram de ser cotidianas. O som dos carros nas ruas parecia algo de outro mundo agora.
Quando foi que estivemos tão apegados ao acampamento?

O banho normalmente te ajudava a acordar, dessa vez não foi diferente. O Avelly encarava o reflexo no espelho, mas pensando longe. Agora sim pensava em cada acontecimento.
O sonho ainda parecia bem real... quem era aquela menina?

Suspirou, percebendo que não iria chegar a lugar algum ali parado. Abriu a porta e saiu do banheiro.

Quando chegou na sala, não encontrou mais o quadro de suspeitos que estivera ali antes. Estava bastante claro que os dados foram escondidos, como se você não pudesse saber deles.

Correu os olhos pela sala, Trevor e Mary estavam sentados no sofá e analisavam nomes em um livro posto sobre a mesinha da sala. Não levantaram os olhos, evitando encarar Jack.
Já Taylor estava na cozinha, que, assim que o viu, se afastou da bancada da cozinha e sorriu para o irmão, prestes a contar algo.

— Onde está o painel? — Jack perguntou, apontando para onde o quadro estava minutos anteriores, antes que Taylor falasse.

Taylor mudou de expressão rapidamente, o sorriso desapareceu. A jovem pareceu ter ganhado vários anos a mais.

— Eu... — suspirou pelo nariz — Não é assunto para agora.

— Ah é? — o garoto bufou, olhando para os outros dois — E vocês também não parecem que vão me falar nada.

Mary levantou a cabeça, encarando Jack. Trevor continuou encarando o livro, como se ainda estudasse quem diabos era Oliver Eirian.
Ninguém ousou responder nada.

— Muito cativante pessoal, — Jack resmungou — também confio muito em vocês.

— Não é questão de confiança. — Taylor argumentou, calma — É um assunto um pouco...

— Por favor não fale que é complicado. — o irmão a cortou.

— ... difícil de se explicar. — Taylor pensou nas palavras — É que... não importa o que ou quem você ache que esteja envolvido em Aluen, é com certeza bem pior.

Jura Taylor? Então por que não conta logo, de uma vez?! Argh! Sinceramente, por que fazem questão de demorar para contar as coisas?
Dói tanto assim revelar o que é "isso" que Aluen trama tanto? Dói tanto demorar para contar quem é esse maldito espião?
(Dói, dói sim. Mas, leitores, isso é tão divertido!)

— Como sabe disso? — Jack revirou os olhos, era apenas uma tentativa de não encarar a irmã.

— Eu trabalho com isso, todo dia. — respondeu de forma simples — O Conselho tem um monte de informações guardadas, elas são bem úteis.

Jack levantou a cabeça, surpreso, e fitou os olhos verdes de Taylor.

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  • — Como você tem acesso aos dados do Conselho?
  • — Defina esse "trabalho".
  • — Ah, então você rouba dados do governo para uma pesquisa?

Cena 14

— Não! — Taylor se apressou em dizer — De jeito nenhum! Jamais roubaria. Eu trabalho no Conselho. — outro suspiro — Tenho acesso a dados que a maioria não têm. O Conselho da Sociedade é divido em vários setores, o meu fica numa parte... particular, digamos. E... eu não deveria falar mais que isso, nem metade do que falei.

Jack continuava perplexo.

— Você é uma espiã... — disse devagar.

— É... basicamente isso. — Taylor concordou hesitante — Trabalho em uma parte do Conselho que envolve assuntos... secretos. Mas não é espionagem...

Legal. Sua irmã trabalhava na CIA akgaroteriana. Mais alguma coisa?

Estavam agora sentados na sala, Jack no sofá e Taylor numa poltrona. O garoto não conseguia sossegar agora.

OK, trabalhar para o Conselho da Sociedade explicava a armadilha de gás, o quadro e alguma parte da conversa ouvida mais cedo... Também explicava como ela tinha acesso a um banco de dados como aquele ou como descobriu sobre seus pais serem... como era mesmo? Não era espiões a palavras que ela usou na mensagem... "Inimigos do Conselho"?

Ah vamos! A recém havia acordado! Como querem que você absorva uma notícia dessas?
Sua irmã trabalha como espiã para o governo, e ela sabe como deter uma maluca que quer dominar o... o país? Akgarot é um país? Não importa!

— Como você conseguiu o empr...

— Não posso falar. — Taylor cortou sua fala. Estava começando a se irritar com as perguntas.

A irmã mais velha olhou para o relógio, pendurado na parede, e pensou se aquilo realmente era um bom plano. Quer dizer... eles não deveriam ir lá! Jack nem deveria estar envolvido nesses assuntos de Akgarot! Aquela loira (que havia esquecido o nome) parecia saber demais sobre aquilo e o outro cara (cujo nome foi igualmente esquecido) também. Nenhum deles deveria estar aqui!

Mas era o lugar mais seguro para eles... Aluen jamais os seguiria até lá, a menos que houvesse um espião... Bobagem! Se aqueles eram os campeões de Kenuet, eles eram confiáveis, certo?

Suspirou mais uma vez, e voltou a encarar os outros três sentados no sofá.

— Aqui é perigoso, para os três. — concluiu — Eu tenho um lugar para levá-los...

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  • — E que lugar seria este? — Jack perguntou.
  • Jack assentiu em silêncio, meio receoso.

Cena 15

— Não! — Taylor se apressou em dizer — De jeito nenhum! Jamais roubaria. Eu trabalho no Conselho. — outro suspiro — Tenho acesso a dados que a maioria não têm. O Conselho da Sociedade é divido em vários setores, o meu fica numa parte... particular, digamos. E... eu não deveria falar mais que isso, nem metade do que falei.

Jackie continuava perplexa.

— Você é uma espiã... — disse devagar.

— É... basicamente isso. — Taylor concordou hesitante — Trabalho em uma parte do Conselho que envolve assuntos... secretos. Mas não é espionagem...

Legal. Sua irmã trabalhava na CIA akgaroteriana. Mais alguma coisa?

Estavam agora sentados na sala, Jackie no sofá e Taylor numa poltrona. A garota não conseguia sossegar agora.

OK, trabalhar para o Conselho da Sociedade explicava a armadilha de gás, o quadro e alguma parte da conversa ouvida mais cedo... Também explicava como ela tinha acesso a um banco de dados como aquele ou como descobriu sobre seus pais serem... como era mesmo? Não era espiões a palavras que ela usou na mensagem... "Inimigos do Conselho"?

Ah vamos! A recém havia acordado! Como querem que você absorva uma notícia dessas?
Sua irmã trabalha como espiã para o governo, e ela sabe como deter uma maluca que quer dominar o... o país? Akgarot é um país? Não importa!

— Como você conseguiu o empr...

— Não posso falar. — Taylor cortou sua fala. Estava começando a se irritar com as perguntas.

A irmã mais velha olhou para o relógio, pendurado na parede, e pensou se aquilo realmente era um bom plano. Quer dizer... eles não deveriam ir lá! Jackie nem deveria estar envolvida nesses assuntos de Akgarot! Aquela loira (que havia esquecido o nome) parecia saber demais sobre aquilo e o outro cara (cujo nome foi igualmente esquecido) também. Nenhum deles deveria estar aqui!

Mas era o lugar mais seguro para eles... Aluen jamais os seguiria até lá, a menos que houvesse um espião... Bobagem! Se aqueles eram os campeões de Kenuet, eles eram confiáveis, certo?

Suspirou mais uma vez, e voltou a encarar os outros três sentados no sofá.

— Aqui é perigoso, para os três. — concluiu — Eu tenho um lugar para levá-los...

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  • — E que lugar seria este? — Jackie perguntou.
  • Jackie assentiu em silêncio, meio receosa.

Cena 16

— Eu... — Taylor se mostrou um pouco desconfortável — Eu trabalho no Conselho nessa parte, todo dia. — outro suspiro — Também tenho acesso a dados que a maioria não têm. O Conselho da Sociedade é divido em vários setores, o meu fica numa parte... particular, digamos. E... eu não deveria falar mais que isso, nem metade do que falei.

Jack continuava perplexo.

— Você é uma espiã... — disse devagar.

— É... basicamente isso. — Taylor concordou hesitante — Trabalho em uma parte do Conselho que envolve assuntos... secretos. Mas não é espionagem...

Legal. Sua irmã trabalhava na CIA akgaroteriana. Mais alguma coisa?

Estavam agora sentados na sala, Jack no sofá e Taylor numa poltrona. O garoto não conseguia sossegar agora.

OK, trabalhar para o Conselho da Sociedade explicava a armadilha de gás, o quadro e alguma parte da conversa ouvida mais cedo... Também explicava como ela tinha acesso a um banco de dados como aquele ou como descobriu sobre seus pais serem... como era mesmo? Não era espiões a palavras que ela usou na mensagem... "Inimigos do Conselho"?

Ah vamos! A recém havia acordado! Como querem que você absorva uma notícia dessas?
Sua irmã trabalha como espiã para o governo, e ela sabe como deter uma maluca que quer dominar o... o país? Akgarot é um país? Não importa!

— Como você conseguiu o empr...

— Não posso falar. — Taylor cortou sua fala. Estava começando a se irritar com as perguntas.

A irmã mais velha olhou para o relógio, pendurado na parede, e pensou se aquilo realmente era um bom plano. Quer dizer... eles não deveriam ir lá! Jack nem deveria estar envolvido nesses assuntos de Akgarot! Aquela loira (que havia esquecido o nome) parecia saber demais sobre aquilo e o outro cara (cujo nome foi igualmente esquecido) também. Nenhum deles deveria estar aqui!

Mas era o lugar mais seguro para eles... Aluen jamais os seguiria até lá, a menos que houvesse um espião... Bobagem! Se aqueles eram os campeões de Kenuet, eles eram confiáveis, certo?

Suspirou mais uma vez, e voltou a encarar os outros três sentados no sofá.

— Aqui é perigoso, para os três. — concluiu — Eu tenho um lugar para levá-los...

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  • — E que lugar seria este? — Jack perguntou.
  • Jack assentiu em silêncio, meio receoso.

Cena 17

— Eu... — Taylor se mostrou um pouco desconfortável — Eu trabalho no Conselho nessa parte, todo dia. — outro suspiro — Também tenho acesso a dados que a maioria não têm. O Conselho da Sociedade é divido em vários setores, o meu fica numa parte... particular, digamos. E... eu não deveria falar mais que isso, nem metade do que falei.

Jackie continuava perplexa.

— Você é uma espiã... — disse devagar.

— É... basicamente isso. — Taylor concordou hesitante — Trabalho em uma parte do Conselho que envolve assuntos... secretos. Mas não é espionagem...

Legal. Sua irmã trabalhava na CIA akgaroteriana. Mais alguma coisa?

Estavam agora sentados na sala, Jackie no sofá e Taylor numa poltrona. A garota não conseguia sossegar agora.

OK, trabalhar para o Conselho da Sociedade explicava a armadilha de gás, o quadro e alguma parte da conversa ouvida mais cedo... Também explicava como ela tinha acesso a um banco de dados como aquele ou como descobriu sobre seus pais serem... como era mesmo? Não era espiões a palavras que ela usou na mensagem... "Inimigos do Conselho"?

Ah vamos! A recém havia acordado! Como querem que você absorva uma notícia dessas?
Sua irmã trabalha como espiã para o governo, e ela sabe como deter uma maluca que quer dominar o... o país? Akgarot é um país? Não importa!

— Como você conseguiu o empr...

— Não posso falar. — Taylor cortou sua fala. Estava começando a se irritar com as perguntas.

A irmã mais velha olhou para o relógio, pendurado na parede, e pensou se aquilo realmente era um bom plano. Quer dizer... eles não deveriam ir lá! Jackie nem deveria estar envolvida nesses assuntos de Akgarot! Aquela loira (que havia esquecido o nome) parecia saber demais sobre aquilo e o outro cara (cujo nome foi igualmente esquecido) também. Nenhum deles deveria estar aqui!

Mas era o lugar mais seguro para eles... Aluen jamais os seguiria até lá, a menos que houvesse um espião... Bobagem! Se aqueles eram os campeões de Kenuet, eles eram confiáveis, certo?

Suspirou mais uma vez, e voltou a encarar os outros três sentados no sofá.

— Aqui é perigoso, para os três. — concluiu — Eu tenho um lugar para levá-los...

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  • — E que lugar seria este? — Jackie perguntou.
  • Jackie assentiu em silêncio, meio receosa.

Cena 18

— Eu... — Taylor se mostrou um pouco desconfortável — Eu trabalho lá. — outro suspiro — Também tenho acesso a dados que a maioria não têm. O Conselho da Sociedade é divido em vários setores, o meu fica numa parte... particular, digamos. E... eu não deveria falar mais que isso, nem metade do que falei.

Jack continuava perplexo.

— Você é uma espiã... — disse devagar.

— É... basicamente isso. — Taylor concordou hesitante — Trabalho em uma parte do Conselho que envolve assuntos... secretos. Mas não é espionagem...

Legal. Sua irmã trabalhava na CIA akgaroteriana. Mais alguma coisa?

Estavam agora sentados na sala, Jack no sofá e Taylor numa poltrona. O garoto não conseguia sossegar agora.

OK, trabalhar para o Conselho da Sociedade explicava a armadilha de gás, o quadro e alguma parte da conversa ouvida mais cedo... Também explicava como ela tinha acesso a um banco de dados como aquele ou como descobriu sobre seus pais serem... como era mesmo? Não era espiões a palavras que ela usou na mensagem... "Inimigos do Conselho"?

Ah vamos! A recém havia acordado! Como querem que você absorva uma notícia dessas?
Sua irmã trabalha como espiã para o governo, e ela sabe como deter uma maluca que quer dominar o... o país? Akgarot é um país? Não importa!

— Como você conseguiu o empr...

— Não posso falar. — Taylor cortou sua fala. Estava começando a se irritar com as perguntas.

A irmã mais velha olhou para o relógio, pendurado na parede, e pensou se aquilo realmente era um bom plano. Quer dizer... eles não deveriam ir lá! Jack nem deveria estar envolvido nesses assuntos de Akgarot! Aquela loira (que havia esquecido o nome) parecia saber demais sobre aquilo e o outro cara (cujo nome foi igualmente esquecido) também. Nenhum deles deveria estar aqui!

Mas era o lugar mais seguro para eles... Aluen jamais os seguiria até lá, a menos que houvesse um espião... Bobagem! Se aqueles eram os campeões de Kenuet, eles eram confiáveis, certo?

Suspirou mais uma vez, e voltou a encarar os outros três sentados no sofá.

— Aqui é perigoso, para os três. — concluiu — Eu tenho um lugar para levá-los...

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  • — E que lugar seria este? — Jack perguntou.
  • Jack assentiu em silêncio, meio receoso.

Cena 19

— Eu... — Taylor se mostrou um pouco desconfortável — Eu trabalho lá. — outro suspiro — Também tenho acesso a dados que a maioria não têm. O Conselho da Sociedade é divido em vários setores, o meu fica numa parte... particular, digamos. E... eu não deveria falar mais que isso, nem metade do que falei.

Jackie continuava perplexa.

— Você é uma espiã... — disse devagar.

— É... basicamente isso. — Taylor concordou hesitante — Trabalho em uma parte do Conselho que envolve assuntos... secretos. Mas não é espionagem...

Legal. Sua irmã trabalhava na CIA akgaroteriana. Mais alguma coisa?

Estavam agora sentados na sala, Jackie no sofá e Taylor numa poltrona. A garota não conseguia sossegar agora.

OK, trabalhar para o Conselho da Sociedade explicava a armadilha de gás, o quadro e alguma parte da conversa ouvida mais cedo... Também explicava como ela tinha acesso a um banco de dados como aquele ou como descobriu sobre seus pais serem... como era mesmo? Não era espiões a palavras que ela usou na mensagem... "Inimigos do Conselho"?

Ah vamos! A recém havia acordado! Como querem que você absorva uma notícia dessas?
Sua irmã trabalha como espiã para o governo, e ela sabe como deter uma maluca que quer dominar o... o país? Akgarot é um país? Não importa!

— Como você conseguiu o empr...

— Não posso falar. — Taylor cortou sua fala. Estava começando a se irritar com as perguntas.

A irmã mais velha olhou para o relógio, pendurado na parede, e pensou se aquilo realmente era um bom plano. Quer dizer... eles não deveriam ir lá! Jackie nem deveria estar envolvida nesses assuntos de Akgarot! Aquela loira (que havia esquecido o nome) parecia saber demais sobre aquilo e o outro cara (cujo nome foi igualmente esquecido) também. Nenhum deles deveria estar aqui!

Mas era o lugar mais seguro para eles... Aluen jamais os seguiria até lá, a menos que houvesse um espião... Bobagem! Se aqueles eram os campeões de Kenuet, eles eram confiáveis, certo?

Suspirou mais uma vez, e voltou a encarar os outros três sentados no sofá.

— Aqui é perigoso, para os três. — concluiu — Eu tenho um lugar para levá-los...

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  • — E que lugar seria este? — Jackie perguntou.
  • Jackie assentiu em silêncio, meio receosa.

Cena 20

A irmã não se preocupou em responder sua pergunta, mesmo que ela tenha sido repetida outras três vezes enquanto Taylor buscava as chaves do carro e mandava todos a seguirem.

Desceram as escadas, todos curiosos e ansiados atrás de Taylor, enquanto a mais velha andava em direção à garagem. A história se repetia novamente, uma fuga estranha, sem saber o destino, estava se iniciando no mesmo local.

— Para onde estamos indo? — Jack repetiu a pergunta pela quinta vez, desta vez obteve uma resposta, finalmente:

— Não posso falar. — Taylor não ajudou muito, mas respondeu — É perigoso demais, se alguém ouvir... — apenas suspirou e deixou a frase incompleta.

Uau, só ajudou a ansiedade mesmo.

Taylor apontou a chave do carro para o veículo e o destrancou, depois andou em direção à porta do motorista e fez sinal para os outros entrarem também.

Jack sentou-se no banco do caroneiro, e encarou a irmã.

— Vovó não bateu seu carro quando fomos para Akgarot? — perguntou confuso enquanto fechava a porta.

Taylor pôs o cinto e sorriu.

— Sim, mas existem mais carros no mundo. — e completou em um tom mais baixo — Esse aqui é um pouco mais... especial. É na verdade propriedade do conselho.

Jack não perguntou mais nada, mesmo que ainda estivesse cheio de dúvidas.

O portão de ferro já estava aberto, só bastou Taylor dar a partida no carro e seguir pelas ruas de Savalha, mandando ninguém fazer pergunta alguma até que chegassem no lugar. Ela não explicou nada mais, nem mesmo onde era esse lugar.

Trevor e Mary ficaram esquecidos no banco de trás durante a conversa entre os irmãos Avellys, e trataram de permanecer assim enquanto o passavam pelas ruas da cidade.
O que havia para ser dito? Se eles fossem conversar sobre qualquer coisa, não acabariam perguntando sobre onde estavam indo, de um jeito ou de outro? Pois então, melhor ficarem todos calados.

Jack ainda detestava silêncios, mas abriu uma exceção desta vez. A selva de arranha-céus o distraiu por um bom tempo, tanta coisa havia mudado na cidade... nem parecia que se passaram apenas alguns meses!

Mary pensava o mesmo, encarando a janela da sua porta. A garota estava preocupada com o que Taylor havia contado, antes de Jack acordar, e tentava pensar em outra coisa. Mas não importava o formato daquela nuvem no céu, que a Julliet encarou o percurso inteiro, ela sempre lembraria um portal até onde estaria a suposta Corvina McHarley.
Corvina... acho que deixei escapar um nome muito importante, um grande spoiler... OK, ok, vou calar a boca. Mas relaxa leitor, logo você irá conhece-la.

Agora saindo desse assunto, antes que eu solte mais uma boa informação, deixe-me voltar aos personagens:

Trevor encarava a cidade curioso e confuso, não havia passado nenhuma parte da sua vida fora de Akgarot. A menos que se lembre, é claro.
Aquele mundo era estranho para ele, assim como Akgarot foi para Jack. Um mundo sem magia... claro, o garoto não tinha poderes, mas ainda sim era esquisito.

Taylor Avelly, concentrada no volante, estava quase tendo uma crise de ansiedade. O que estava fazendo? A senhora Guerda iria matá-la! Não literalmente, claro. Ainda sim...
Estava levando os mais novos a um lugar seguro, ou ainda mais à frente do perigo?

E por último (pois é, tem mais alguém no carro): Mortie. Claro, a gata estava escondida debaixo de um dos bancos, não foi vista por ninguém. Ainda sim ela estava ali e é uma personagem importante, como talvez a maioria de vocês concorde. Sinto-me na obrigação de citá-la no carro.

A gata sabia que logo seu segredo seria revelado também, mas era tão divertido os outros nem suspeitarem! A não ser aquela metida da Taylor, óbvio. Mas, além dela, quem suspeitaria de um gato? Bem... aquilo só melhorava cada vez que estavam perto de descobrir! Mortie ria na cara de todos eles, bobos e idiotas humanos...
Aí! Quem freou o carro!? Ata, foi aquela maluca da garota de óculos. Francamente, quem deixou aquela humana dirigindo? E por que ela freou...? Ah, nós chegamos.

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  • ~🦋~

Cena 21

A irmã não se preocupou em responder sua pergunta, mesmo que ela tenha sido repetida outras três vezes enquanto Taylor buscava as chaves do carro e mandava todos a seguirem.

Desceram as escadas, todos curiosos e ansiados atrás de Taylor, enquanto a mais velha andava em direção à garagem. A história se repetia novamente, uma fuga estranha, sem saber o destino, estava se iniciando no mesmo local.

— Para onde estamos indo? — Jackie repetiu a pergunta pela quinta vez, desta vez obteve uma resposta, finalmente:

— Não posso falar. — Taylor não ajudou muito, mas respondeu — É perigoso demais, se alguém ouvir... — apenas suspirou e deixou a frase incompleta.

Uau, só ajudou a ansiedade mesmo.

Taylor apontou a chave do carro para o veículo e o destrancou, depois andou em direção à porta do motorista e fez sinal para os outros entrarem também.

Jackie sentou-se no banco do caroneiro, e encarou a irmã.

— Vovó não bateu seu carro quando fomos para Akgarot? — perguntou confusa enquanto fechava a porta.

Taylor pôs o cinto e sorriu.

— Sim, mas existem mais carros no mundo. — e completou em um tom mais baixo — Esse aqui é um pouco mais... especial. É na verdade propriedade do conselho.

Jackie não perguntou mais nada, mesmo que ainda estivesse cheio de dúvidas.

O portão de ferro já estava aberto, só bastou Taylor dar a partida no carro e seguir pelas ruas de Savalha, mandando ninguém fazer pergunta alguma até que chegassem no lugar. Ela não explicou nada mais, nem mesmo onde era esse lugar.

Trevor e Mary ficaram esquecidos no banco de trás durante a conversa entre as irmãs Avellys, e trataram de permanecer assim enquanto o passavam pelas ruas da cidade.
O que havia para ser dito? Se eles fossem conversar sobre qualquer coisa, não acabariam perguntando sobre onde estavam indo, de um jeito ou de outro? Pois então, melhor ficarem todos calados.

Jackie ainda detestava silêncios, mas abriu uma exceção desta vez. A selva de arranha-céus a distraiu por um bom tempo, tanta coisa havia mudado na cidade... nem parecia que se passaram apenas alguns meses!

Mary pensava o mesmo, encarando a janela da sua porta. A garota estava preocupada com o que Taylor havia contado, antes de Jackie acordar, e tentava pensar em outra coisa. Mas não importava o formato daquela nuvem no céu, que a Julliet encarou o percurso inteiro, ela sempre lembraria um portal até onde estaria a suposta Corvina McHarley.
Corvina... acho que deixei escapar um nome muito importante, um grande spoiler... OK, ok, vou calar a boca. Mas relaxa leitor, logo você irá conhece-la.

Agora saindo desse assunto, antes que eu solte mais uma boa informação, deixe-me voltar aos personagens:

Trevor encarava a cidade curioso e confuso, não havia passado nenhuma parte da sua vida fora de Akgarot. A menos que se lembre, é claro.
Aquele mundo era estranho para ele, assim como Akgarot foi para Jackie. Um mundo sem magia... claro, o garoto não tinha poderes, mas ainda sim era esquisito.

Taylor Avelly, concentrada no volante, estava quase tendo uma crise de ansiedade. O que estava fazendo? A senhora Guerda iria matá-la! Não literalmente, claro. Ainda sim...
Estava levando os mais novos a um lugar seguro, ou ainda mais à frente do perigo?

E por último (pois é, tem mais alguém no carro): Mortie. Claro, a gata estava escondida debaixo de um dos bancos, não foi vista por ninguém. Ainda sim ela estava ali e é uma personagem importante, como talvez a maioria de vocês concorde. Sinto-me na obrigação de citá-la no carro.
A gata sabia que logo seu segredo seria revelado também, mas era tão divertido os outros nem suspeitarem! A não ser aquela metida da Taylor, óbvio. Mas, além dela, quem suspeitaria de um gato? Bem... aquilo só melhorava cada vez que estavam perto de descobrir! Mortie ria na cara de todos eles, bobos e idiotas humanos...
Aí! Quem freou o carro? Ata, foi aquela maluca da garota de óculos. Francamente, quem deixou aquela humana dirigindo? E por que ela freou...? Ah, nós chegamos.

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  • ~🦋~

Cena 22

Imagem da cena

Taylor estacionou em frente a um prédio alto, claro e antigo que trazia os dizeres "Biblioteca Pública de Savalha" acima da porta. Assim que Jackie desceu do carro ficou encarando o prédio, o tal lugar tão importante era uma biblioteca velha?
Enquanto encarava decepcionada a biblioteca, Mortie aproveitou para sair de seu esconderijo e passar correndo para fora do carro antes da porta ser fechada ou alguém a perceber. A gata correu para trás de uma lixeira.

— Por que nos trouxe para a biblioteca? — foi Mary que perguntou quando desembarcou.

— Não os trouxe para a biblioteca. — Taylor respondeu, prática, enquanto procurava alguma coisa em sua bolsa — E aliás nem chegamos ao nosso destino ainda. — pegou a carteira de dentro da bolsa e continuou a procurar algo — Por favor, só me sigam e não perguntem mais nada. Eu vou explicar tudo o que sei, combinado?

Os três concordaram com a cabeça. Taylor pegou um cartão dourado da carteira antes de guardá-la novamente na bolsa, e atravessou a rua pouco depois de trancar o carro.

A mais velha, na frente dos outros, abriu a alta porta da biblioteca e a atravessou. A porta permaneceu aberta enquanto os outros passaram atrás. Jackie foi a última, puxando um pouco a porta para ela se fechar devagar. Mortie aproveitou e correu o mais rápido que pôde até a biblioteca, conseguindo atravessar a porta pouco antes dela se fechar.
Novamente, ninguém notou a gata.

Taylor andou em direção à bancada da biblioteca, onde se localizava uma senhora. A mulher aparentava ter uns cinquenta anos, mas tinha os cabelos pintados em diversas cores, num corte não muito longo, e usava roupas... como posso falar? Acho que posso dizer simplesmente roupas de vó. Uma coisa era certo: nada parecia combinar em sua aparência.

— Bom dia senhora Leeclon. — Taylor cumprimentou com um sorriso amigável.

— Eu... — a senhora ergueu a cabeça do livro que lia para encarar a jovem — Bom dia Suelen. — a velha sorriu e encarou os outros três— E quem são esses?

— São Mary, Jackie e Trevor. — Taylor apontou, sem ligar muito pela bibliotecária ter trocado totalmente seu nome.

— Mafalda, Ângela e Thiago... — a estranha senhora sorriu — Lindos nomes!

Jackie se segurou para não rir, mesmo que estivesse um pouco nervosa; e apenas cumprimentou a senhora com um sorriso. A Senhora Leeclon era assustadoramente maluca.

Taylor se aproximou de Jackie e pôs as mãos em seu ombro.

— Minha irmã queria muito conhecer a biblioteca! — mentiu para a velha bibliotecária — Então trouxe ela e seus amigos para cá.

— Ótimo, ótimo. — a senhora sorriu. — Podem procurar que livros quiserem, chegou uma nova coleção hoje... Estava pensando em lê-la, mas tenho que terminar esse livro aqui antes.

A conversa terminou ali, onde Taylor disse que com certeza leriam a tal coleção e se afastou da senhora, mandando os outros a seguirem.
Não foram porém em direção às estantes de livros, atravessaram o corredor e andaram em direção às escadas. A Senhora Leeclon estava tão entredita em seu livro que nem percebeu a passagem dos quatro.

Uma coisa estava bem certa: Taylor não tinha interesse nos livros da biblioteca.
Subiu as escadas em silêncio, e os outros a seguiram.

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  • (Avançar)

Cena 23

Imagem da cena

Taylor estacionou em frente a um prédio alto, claro e antigo que trazia os dizeres "Biblioteca Pública de Savalha" acima da porta. Assim que Jack desceu do carro ficou encarando o prédio, o tal lugar tão importante era uma biblioteca velha?
Enquanto encarava decepcionado a biblioteca, Mortie aproveitou para sair de seu esconderijo e passar correndo para fora do carro antes da porta ser fechada ou alguém a perceber. A gata correu para trás de uma lixeira.

— Por que nos trouxe para a biblioteca? — foi Mary que perguntou quando desembarcou.

— Não os trouxe para a biblioteca. — Taylor respondeu, prática, enquanto procurava alguma coisa em sua bolsa — E aliás nem chegamos ao nosso destino ainda. — pegou a carteira de dentro da bolsa e continuou a procurar algo — Por favor, só me sigam e não perguntem mais nada. Eu vou explicar tudo o que sei, combinado?

Os três concordaram com a cabeça. Taylor pegou um cartão dourado da carteira antes de guardá-la novamente na bolsa, e atravessou a rua pouco depois de trancar o carro.

A mais velha, na frente dos outros, abriu a alta porta da biblioteca e a atravessou. A porta permaneceu aberta enquanto os outros passaram atrás. Jack foi o último, puxando um pouco a porta para ela se fechar devagar. Mortie aproveitou e correu o mais rápido que pôde até a biblioteca, conseguindo atravessar a porta pouco antes dela se fechar.
Novamente, ninguém notou a gata.

Taylor andou em direção à bancada da biblioteca, onde se localizava uma senhora. A mulher aparentava ter uns cinquenta anos, mas tinha os cabelos pintados em diversas cores, num corte não muito longo, e usava roupas... como posso falar? Acho que posso dizer simplesmente roupas de vó. Uma coisa era certo: nada parecia combinar em sua aparência.

— Bom dia senhora Leeclon. — Taylor cumprimentou com um sorriso amigável.

— Eu... — a senhora ergueu a cabeça do livro que lia para encarar a jovem — Bom dia Suelen. — a velha sorriu e encarou os outros três— E quem são esses?

— São Mary, Jack e Trevor. — Taylor apontou, sem ligar muito pela bibliotecária ter trocado totalmente seu nome.

— Mafalda, Ângelo e Thiago... — a estranha senhora sorriu — Lindos nomes!

Jack se segurou para não rir, mesmo que estivesse um pouco nervoso; e apenas cumprimentou a senhora com um sorriso. A Senhora Leeclon era assustadoramente maluca.

Taylor se aproximou de Jack e pôs as mãos em seu ombro.

— Meu irmão queria muito conhecer a biblioteca! — mentiu para a velha bibliotecária — Então trouxe ele e seus amigos para cá.

— Ótimo, ótimo. — a senhora sorriu. — Podem procurar que livros quiserem, chegou uma nova coleção hoje... Estava pensando em lê-la, mas tenho que terminar esse livro aqui antes.

A conversa terminou ali, onde Taylor disse que com certeza leriam a tal coleção e se afastou da senhora, mandando os outros a seguirem.
Não foram porém em direção às estantes de livros, atravessaram o corredor e andaram em direção às escadas. A Senhora Leeclon estava tão entredita em seu livro que nem percebeu a passagem dos quatro.

Uma coisa estava bem certa: Taylor não tinha interesse nos livros da biblioteca.
Subiu as escadas em silêncio, e os outros a seguiram.

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  • (Avançar)

Cena 24

— Se aqui não é uma biblioteca qualquer — Jack se atreveu perguntar — por que mentiu para aquela mulher?

Taylor abriu um sorriso maroto, mas não deixou ninguém vê-lo. Respondeu de maneira simples:

— Ela é a única maluca não mágica que trabalharia numa biblioteca sem se perguntar o motivo de tantas pessoas entrarem ali, sumirem e depois saírem sem nenhum livro.

As escadas terminaram, estavam numa espécie de sótão empoeirado e cheio de caixas de livros antigos. Teias de aranha enfeitavam a parede, juntamente com um enorme quadro num canto. Com certeza, não era visitado com frequência.

Taylor andou até a outra ponta do sótão, em direção ao quadro. Era um retrato de um senhor, como aqueles antigos e empoeirados que retratam os primeiros reis do Brasil. O senhor tinha cabelos escuros como petróleo, um olhar que cruzava todo o cômodo e parava na única janela da sala.

A Avelly mais velha parou em frente ao quadro e mostrou o cartão dourado ao senhor do quadro.

— Quatro, três. — disse baixando o cartão — Entrada.

Os olhos do senhor deixaram a janela e encararam a mulher em sua frente, pouco tempo depois o quadro se afastou e se dividiu em duas partes, que sumiram por algum lugar dentro da parede até surgirem escadas velhas que subiam em um formato de caracol. Essas aí que só de olhar já te deixam tonto, sabe?

Taylor não fez nada além de seguir em frente, começando a subir as escadas. O que seriam dos outros senão segui-la?
E eu tenho a impressão que já fiz essa pergunta a vocês...

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  • 🌹⇠⇢⇠⇢⇠⇢⇠⇢⇠⇢⇠⇢⇠⇢⇠⇢🥀

Cena 25

— Se aqui não é uma biblioteca qualquer — Jackie se atreveu perguntar — por que mentiu para aquela mulher?

Taylor abriu um sorriso maroto, mas não deixou ninguém vê-lo. Respondeu de maneira simples:

— Ela é a única maluca não mágica que trabalharia numa biblioteca sem se perguntar o motivo de tantas pessoas entrarem ali, sumirem e depois saírem sem nenhum livro.

As escadas terminaram, estavam numa espécie de sótão empoeirado e cheio de caixas de livros antigos. Teias de aranha enfeitavam a parede, juntamente com um enorme quadro num canto. Com certeza, não era visitado com frequência.

Taylor andou até a outra ponta do sótão, em direção ao quadro. Era um retrato de um senhor, como aqueles antigos e empoeirados que retratam os primeiros reis do Brasil. O senhor tinha cabelos escuros como petróleo, um olhar que cruzava todo o cômodo e parava na única janela da sala.

A Avelly mais velha parou em frente ao quadro e mostrou o cartão dourado ao senhor do quadro.

— Quatro, três. — disse baixando o cartão — Entrada.

Os olhos do senhor deixaram a janela e encararam a mulher em sua frente, pouco tempo depois o quadro se afastou e se dividiu em duas partes, que sumiram por algum lugar dentro da parede até surgirem escadas velhas que subiam em um formato de caracol. Essas aí que só de olhar já te deixam tonto, sabe?

Taylor não fez nada além de seguir em frente, começando a subir as escadas. O que seriam dos outros senão segui-la?
E eu tenho a impressão que já fiz essa pergunta a vocês...

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Cena 26

As escadas cheiravam a poeira, alguns degraus rangiam e estava um pouco escuro. Depois de sumir uma boa quantia de degraus, Jackie cometeu o terrível erro de olhar para baixo. Antes que a tontura lhe atingisse, voltou a olhar para frente e se concentrar em não tropeçar na escada velha.

Por sorte, as escadas não eram muito longas. Logo terminaram em outra porta velha, que parecia dar acesso a outro sótão velho e esquecido, mas quando foi aberta por Taylor Avelly revelou algo totalmente diferente.
Um salão branco, digno da realeza, permitia que a luz do sol entrasse por janelas e iluminasse o lugar. Várias pessoas cruzavam o salão nessa hora, em ternos chiques e falando ao telefone. Haviam também várias portas nas laterais do lugar, provavelmente eram elevadores.

Jackie arquejou quando passou pela porta, realmente surpresa com o que via. Taylor olhou para ela e esboçou outro sorriso.

— Bem vindos ao Conselho da Sociedade. — disse aos três.

— Você trabalha aqui... — Jackie soltou uma risada nasal — Aqui...

— Sim. — a irmã riu de maneira curta enquanto andava.

Havia uma espécie bancada, em forma de meia lua, no centro do salão. Era uma escrivaninha onde trabalhava um secretário (ou secretária, Jackie não conseguiu identificar) digitando em um computador e anotando alguma coisa num caderno.
Taylor andou em direção à banca e conversou alguma coisa inaudível com a pessoa sentada ali.

— Não é estranho que tudo isso ainda fica dentro da biblioteca? — a Avelly tentou puxar assunto com Trevor e Mary. Os três estavam não conversavam desde que entraram no carro de Taylor.

— Um pouco... — Trevor deu uma resposta curta, ainda encantado com o salão onde estava.

— Na verdade, nem deve ser mais a biblioteca. — Mary observou — Provavelmente passamos por algum portal-azul e nem percebemos, eles geralmente são invisíveis e podem haver várias ligados a um único destino. Você sabe como funcionam.

Não. Jackie não sabia.
O que diabos era um "portal-azul"?

— Acham que deveríamos estar aqui? — o dono da pergunta foi Trevor. — Tipo, todos no salão parecem trabalhar aqui. E eu não acho que o Conselho costuma ter muitos visitantes.

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  • — Provavelmente não devem... — você respondeu, um pouco preocupada — Mas Taylor deve saber o que está fazendo... Eu espero...
  • — Talvez tragam alguém de fora raras vezes — sugeriu, esperando que fosse aquilo mesmo — E talvez essas pessoas não circulem muito por aqui...
  • — Acho que Taylor teve um motivo para nos trazer aqui. — disse fiel — E aqui deve ser um dos lugares mais seguros de Akgarot, Aluen não nos encontrará aqui.
  • — Sinceramente, não. — suspirou, começando a se preocupar — Mas por outro lado é um lugar seguro, e Taylor deve ter um motivo para nos trazer aqui... Quem sabe querem saber alguma coisa sobre espiões?
  • Jackie se manteve em silêncio, não sabia o que responder. Uma parte sua concordava com Trevor. Por que Taylor os trouxe ali? O Conselho não era secreto?

Cena 27

As escadas cheiravam a poeira, alguns degraus rangiam e estava um pouco escuro. Depois de sumir uma boa quantia de degraus, Jack cometeu o terrível erro de olhar para baixo. Antes que a tontura lhe atingisse, voltou a olhar para frente e se concentrar em não tropeçar na escada velha.

Por sorte, as escadas não eram muito longas. Logo terminaram em outra porta velha, que parecia dar acesso a outro sótão velho e esquecido, mas quando foi aberta por Taylor Avelly revelou algo totalmente diferente.
Um salão branco, digno da realeza, permitia que a luz do sol entrasse por janelas e iluminasse o lugar. Várias pessoas cruzavam o salão nessa hora, em ternos chiques e falando ao telefone. Haviam também várias portas nas laterais do lugar, provavelmente eram elevadores.

Jack arquejou quando passou pela porta, realmente surpreso com o que via. Taylor olhou para ele e esboçou outro sorriso.

— Bem vindos ao Conselho da Sociedade. — disse aos três.

— Você trabalha aqui... — Jack soltou uma risada nasal — Aqui...

— Sim. — a irmã riu de maneira curta enquanto andava.

Havia uma espécie bancada, em forma de meia lua, no centro do salão. Era uma escrivaninha onde trabalhava um secretário (ou secretária, Jack não conseguiu identificar) digitando em um computador e anotando alguma coisa num caderno.
Taylor andou em direção à banca e conversou alguma coisa inaudível com a pessoa sentada ali.

— Não é estranho que tudo isso ainda fica dentro da biblioteca? — o Avelly tentou puxar assunto com Trevor e Mary. Os três estavam não conversavam desde que entraram no carro de Taylor.

— Um pouco... — Trevor deu uma resposta curta, ainda encantado com o salão onde estava.

— Na verdade, nem deve ser mais a biblioteca. — Mary observou — Provavelmente passamos por algum portal-azul e nem percebemos, eles geralmente são invisíveis e podem haver várias ligados a um único destino. Você sabe como funcionam.

Não. Jack não sabia.
O que diabos era um "portal-azul"?

— Acham que deveríamos estar aqui? — o dono da pergunta foi Trevor. — Tipo, todos no salão parecem trabalhar aqui. E eu não acho que o Conselho costuma ter muitos visitantes.

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  • — Provavelmente não devem... — você respondeu, um pouco preocupado — Mas Taylor deve saber o que está fazendo... Eu espero...
  • — Talvez tragam alguém de fora raras vezes — sugeriu, esperando que fosse aquilo mesmo — E talvez essas pessoas não circulem muito por aqui...
  • — Acho que Taylor teve um motivo para nos trazer aqui. — disse fiel — E aqui deve ser um dos lugares mais seguros de Akgarot, Aluen não nos encontrará aqui.
  • — Sinceramente, não. — suspirou, começando a se preocupar — Mas por outro lado é um lugar seguro, e Taylor deve ter um motivo para nos trazer aqui... Quem sabe querem saber alguma coisa sobre espiões?
  • Jack se manteve em silêncio, não sabia o que responder. Uma parte sua concordava com Trevor. Por que Taylor os trouxe ali? O Conselho não era secreto?

Cena 28

— Taylor deve ter um bom motivo. — Mary assegurou, embora também parecesse duvidar um pouco — Ela não nos traria aqui sem pensar...

— Ainda sim, não deve ser bom sinal estar aqui. — o Yooance concluiu.

Taylor se virou para os três, que estavam a uns bons metros de distância dela, e fez sinal para que a seguissem. A garota se despediu da pessoa na bancada e andou em direção a uma porta na parede, com vinte metros a frente dos campistas.
Jack, Trevor e Mary atravessaram o salão receosos. Algumas pessoas os encaram com feições zangadas, outros curiosos e outros ainda pareciam assustados.

— Para onde vamos agora? — Jack perguntou quando Taylor estava do seu lado.

— Para o próximo andar. — a irmã apontou com a cabeça para a porta em sua frente.

O mais novo encarou a porta, percebendo se tratar de um elevador. "O próximo andar" claro, bem esclarecedor.

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Cena 29

— Taylor deve ter um bom motivo. — Mary assegurou, embora também parecesse duvidar um pouco — Ela não nos traria aqui sem pensar...

— Ainda sim, não deve ser bom sinal estar aqui. — o Yooance concluiu.

Taylor se virou para os três, que estavam a uns bons metros de distância dela, e fez sinal para que a seguissem. A garota se despediu da pessoa na bancada e andou em direção a uma porta na parede, com vinte metros a frente dos campistas.
Jackie, Trevor e Mary atravessaram o salão receosos. Algumas pessoas os encaram com feições zangadas, outros curiosos e outros ainda pareciam assustados.

— Para onde vamos agora? — Jackie perguntou quando Taylor estava do seu lado.

— Para o próximo andar. — a irmã apontou com a cabeça para a porta em sua frente.

A mais nova encarou a porta, percebendo se tratar de um elevador. "O próximo andar" claro, bem esclarecedor.

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Cena 30

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Oi lindos! E então, alguma teoria? Confiamos em Taylor ou não?
Quero ouvir tudo!

- » 𝐓ulipa 𝐑ubi 🎮💜
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Miss.star

Miss.star HAAAAAAA que saudades eu tava de vcs (sua e da mortie) boa madrugada pra vc tb madrinha ;")💖

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@whereisjojo #PRETTYGI

@whereisjojo #PRETTYGI A Mortie é a melhor personagem possível kkkkkkk

Cap perfeito continua pfvr

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