⛧┈♛O doce sabor do desejo♛┈⛧
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⛧┈♛O doce sabor do desejo♛┈⛧ Capítulo 22

⛧┈♛ O doce sabor do desejo Capítulo 19 ♛┈⛧

Publicado em 20/07/2021

Lançada a MARATONA
Aaaaaaaaa
Fiquem com o capítulo bjs

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Cena 1

Leon


𝔼𝕦 𝕠𝕕𝕚𝕒𝕧𝕒 𝕣𝕖𝕦𝕟𝕚ã𝕠 𝕗𝕠𝕣𝕒 𝕕𝕒 𝕖𝕞𝕡𝕣𝕖𝕤𝕒. ℙ𝕠𝕣é𝕞, 𝕖𝕤𝕥𝕒𝕧𝕒 𝕥𝕖𝕟𝕕𝕠 𝕤é𝕣𝕚𝕠𝕤 𝕡𝕣𝕠𝕓𝕝𝕖𝕞𝕒𝕤 para me concentrar quando ficava longe da Megan. Era tudo muito recente. Minha cabeça produzia imagens de ela apanhando ou sendo sequestrada. Enquanto não tivesse informações suficientes para saber o que havia acontecendo, não sossegaria.
Como era uma reunião muito importante e precisava fechar contratos primordiais para a empresa, marquei no café mais próximo de casa. Era um lugar refinado e tranquilo, onde me concentraria melhor sabendo que em cinco minutos poderia estar em casa se ela precisasse de mim.
E como Meg me recompensou?
Ela chegou de mãos dadas com o tatuado idiota.
Vi pânico em seus olhos. O babaca pareceu nem perceber nada, nem a minha presença. Claro que ele não estava nem ai para as emoções da mulher que tinha mas mãos.
Desviei o olhar e decide concentrar. Ignorar totalmente os dois. Acertaria contas com ela em casa.
— Leonel – escutei alguém me chamando.

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Cena 2

— Sim. Podem continuar.
—Estávamos esperando sua opinião sobre a junção dos dois sistemas de comunicação das empresas que foram apresentados.
—Eu... eu acho...
Respirei fundo. "Eu acho " eram palavras que não faziam parte do meu vocabulário. Precisava ter certeza das coisas no meu mundo, ou estaria ferrado.
𝘐𝘯𝘧𝘦𝘳𝘯𝘰! Tinha de me acalmar. Todos me olhavam com estranheza. Estava gaguejando na frente de seis homens por causa de uma maldita mulher.
— Me desculpem. Senti um pequeno mal-estar. Deve ser o calor – justifiquei, e então fiz sinal para que o garçom se aproximasse e pedi água. — Caio, você pode me dizer o que o faz pensar que a junção seria ruim? – pedi a um dos representantes da empresa. Precisava ganhar tempo e organizar meus pensamentos.
Peguei o papel em que estava fazendo minhas anotações e recortei um pedaço dele. Como se continuasse prestando atenção e anotando detalhes, comecei a escrever um recado para Meg:
𝘗𝘢𝘳𝘦𝘤𝘦 𝘲𝘶𝘦 𝘷𝘰𝘤ê 𝘵𝘦𝘮 𝘴é𝘳𝘪𝘰𝘴 𝘱𝘳𝘰𝘣𝘭𝘦𝘮𝘢𝘴 𝘥𝘦 𝘧𝘪𝘥𝘦𝘭𝘪𝘥𝘢𝘥𝘦. 𝘈𝘤𝘢𝘣𝘢𝘮𝘰𝘴 𝘥𝘦 𝘯𝘰𝘴 𝘢𝘤𝘦𝘳𝘵𝘢𝘳 𝘦 𝘩𝘰𝘫𝘦 𝘫á 𝘦𝘴𝘵á 𝘥𝘪𝘷𝘪𝘥𝘪𝘯𝘥𝘰 𝘴𝘦𝘶 𝘤𝘰𝘳𝘱𝘰 𝘤𝘰𝘮 𝘦𝘴𝘴𝘦 𝘪𝘥𝘪𝘰𝘵𝘢.
𝘛𝘦𝘮 𝘧𝘦𝘵𝘪𝘤𝘩𝘦 𝘱𝘦𝘭𝘢𝘴 𝘵𝘢𝘵𝘶𝘢𝘨𝘦𝘯𝘴?
𝘕ã𝘰 𝘴𝘰𝘶 𝘮𝘶𝘪𝘵𝘰 𝘣𝘰𝘮 𝘦𝘮 𝘥𝘪𝘷𝘪𝘥𝘪𝘳, 𝘴𝘢𝘣𝘦?
𝘛𝘢𝘮𝘣é𝘮 𝘴𝘰𝘶 𝘱é𝘴𝘴𝘪𝘮𝘰 𝘦𝘮 𝘱𝘢𝘭𝘢𝘷𝘳𝘢𝘴.
𝘚𝘰𝘶 𝘱𝘪𝘰𝘳 𝘢𝘪𝘯𝘥𝘢 𝘦𝘮 𝘵𝘰𝘭𝘦𝘳â𝘯𝘤𝘪𝘢.
𝘌 𝘮𝘪𝘯𝘩𝘢 𝘱𝘢𝘤𝘪ê𝘯𝘤𝘪𝘢 é 𝘻𝘦𝘳𝘰.
𝘘𝘶𝘦𝘳𝘰 𝘲𝘶𝘦 𝘴𝘦 𝘭𝘦𝘷𝘢𝘯𝘵𝘦 é 𝘷á 𝘱𝘢𝘳𝘢 𝘤𝘢𝘴𝘢 𝘢𝘨𝘰𝘳𝘢.
𝘈𝘴𝘴𝘪𝘮 𝘲𝘶𝘦 𝘵𝘦𝘳𝘮𝘪𝘯𝘢𝘳 𝘢 𝘳𝘦𝘶𝘯𝘪ã𝘰 𝘵𝘦𝘳𝘦𝘮𝘰𝘴 𝘶𝘮𝘢 𝘤𝘰𝘯𝘷𝘦𝘳𝘴𝘢. 𝘚𝘦𝘳𝘪𝘢 𝘦 í𝘯𝘵𝘪𝘮𝘢!
Não assinei o papel, e, quando o garçom se aproximou com a água, pedi a ele que o entregasse a Megan.
Afrouxei a gravata e percebi que minha vontade era levantar e estrangula-la. Ou melhor, matar aquele cara. Ele não me conhecia. Não sabia como eu podia se cruel.

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Cena 3

— E seu parecer, Leonel?
Com toda a calma que ainda me restava, falei como um robô sobre o que precisava ser dito. Todos me olhavam atentamente.
— Não teremos nenhum risco. Não há nada que vocês venham a perder. Estamos falando de uma junção com ganhos para todos.
O garçom se aproximou e me entregou o mesmo papel. Guardei-o no bolso e continuei meu discurso.
Quando a mesa começou uma discussão sobre o assunto, retirei o papel do bolso. Ela tinha escrito no verão dela:
𝘕ã𝘰 𝘦𝘴𝘵𝘰𝘶 𝘥𝘪𝘷𝘪𝘥𝘪𝘯𝘥𝘰 𝘯𝘢𝘥𝘢. 𝘔𝘶𝘪𝘵𝘰 𝘮𝘦𝘯𝘰𝘴 𝘰 𝘮𝘦𝘶 𝘤𝘰𝘳𝘱𝘰. 𝘈𝘵é 𝘱𝘰𝘳𝘲𝘶𝘦 𝘯ã𝘰 𝘮𝘦 𝘭𝘦𝘮𝘣𝘳𝘰 𝘥𝘦 𝘵ê-𝘭𝘰 𝘦𝘯𝘵𝘳𝘦𝘨𝘢𝘥𝘰 𝘢 𝘷𝘰𝘤ê. 𝘛𝘢𝘮𝘣é𝘮 𝘴𝘦𝘪 𝘴𝘦𝘳 𝘪𝘯𝘵𝘰𝘭𝘦𝘳𝘢𝘯𝘵𝘦 𝘲𝘶𝘢𝘯𝘥𝘰 𝘮𝘦 𝘰𝘧𝘦𝘯𝘥𝘦𝘮. 𝘚ó 𝘷𝘪𝘮 𝘵𝘰𝘮𝘢𝘳 𝘶𝘮 𝘤𝘢𝘧é 𝘤𝘰𝘮 𝘶𝘮 𝘢𝘮𝘪𝘨𝘰. 𝘔𝘦 𝘥𝘦 𝘴𝘦𝘶 𝘷𝘰𝘵𝘰 𝘥𝘦 𝘤𝘰𝘯𝘧𝘪𝘢𝘯ç𝘢. 𝘕ã𝘰 𝘷𝘪𝘶 𝘦𝘮𝘣𝘰𝘳𝘢.
Amassei o papel e, irritado, dei um soco na mesa. Qual era o problema daquela mulher?
— Tudo bem, Leonel? Quer que remarquemos a reunião?
— Não, Marcos. Lembrei-me de que esqueci um papel importante no carro. Vou pegá-lo e já volto. Me desculpem.
Levantei-me da mesa e fui até o carro. Precisava me acalmar. Mas, antes de sair, ousei olhar a mesa onde Meg estava com aquele babaca. De costas, ele falava alguma coisa que a fazia rir.
Eu seria capaz de matar uma pessoa naquele momento, mas decidi que guardaria minhas forças para matar o babaca na hora certa. O que não incluía meus clientes como plateia.
Peguei uma pasta vazia dentro do carro só para disfarçar. Respirei umas 50 vezes, chutei os pneus umas 100 , e só consegui ficar ainda mais irritado quando percebi que havia riscado meus sapatos e minha irritação continuava igual.
Antes de entrar, liguei para o detetive.
— Haroldo, preciso de outro favor seu. Quero que descubra tudo sobre um cara tatuado, irmão de Julie Orner. Ela é esposa de Joe Hesgher.
— Sem problemas. Vou averiguar é lhe falo. Já tenho algumas informações aqui sobre o que você me pediu
Vamos marcar uma reunião para semana que vem.

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Cena 4

— No caso desse cara, acho que é mais fácil você levantar a ficha dele hoje. Pode me mandar por e-mail ainda hoje?
— Vou ver se consigo. Você sabe o nome dele completo dele? Facilitaria.
— O nome dele é idiota. O sobrenome é babaca. É o que sei.
— Certo – respondeu com o que pareceu um sorriso Contudo. – Vou ver é lhe envio.
Desliguei o telefone e, mais calmo, retornei ao café.
Nem olhei para a mesa de Meg. Precisava me concentrar na reunião.
— Me desculpem. Eu não estava achando a pasta.
— Sem problemas, Leonel. Acho que a maior parte das coisas já está resolvida. Vamos assinar os papéis e formalizar o projeto – um dos acionistas falou.
Concordei e comecei a assinar os papéis que me passaram.
— Leon, será que eu poderia falar com você um minuto? – escutei uma voz conhecida chamando-me.
Virei-me e deparei com olhos assustados.
— Pois não? – falei secamente, como se não a conhecesse.
— Preciso falar com você.
— Estou em uma reunião. Não posso me distrair com coisas sem importância. Se puder esperar um pouco...
Os olhos de Meg ficaram marejados de lágrimas, e me virei sem dar importância ao mal-estar que aquilo me causou.
Continuei assinando os papéis e vi o babaca saiu do banheiro. Por isso ela veio falar comigo, claro!
Nossos olhares se cruzaram, e, se fosse possível matar com um olhar, eu já estaria morto, e ele, enterrado.
Terminei o que estava fazendo e me amaldiçoei mil vezes por ter marcado aquela reunião ali. Quando tudo não poderia piorar, alguém bateu nada minhas costas.
— Acho que deveríamos ir ali fora para você tentar fazer um homem de verdade chorar. Eu já tinha percebido que você era covarde. Saio um minuto do lado da garota e, quando volto, ela está chorando – o sujeito falou com marra, braços cruzados e uma panca de idiota que ele sabia manter bem.

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Cena 5

Descobri que naquele momento, que paciência tinha limites.
— Acho que realmente está na hora de alguém arrebentar essa sua cara de babaca. Não tenho medo de você.
Diogo gargalhou.
— Sabe, sua cara vai ficar legal com meus socos. Essa roupa engomadinha ficará incrível com os buracos que vou fazer nela.
Olhei para a mesa e vi todos me olhando assustados. Que se danassem!
Levantei-me e o agarrei pela camiseta.
— Parem com isso! – exclamou Megan, que apareceu e pegou no meu braço.
— Melhor você se sentar e esperar, pequena. Já chame a ambulância para levar o gravatinha pro hospital. Vou acabar com ele – Diogo disse.
— PAREM?! – ela gritou desesperada, enquanto seguiamos nos empurrando para a rua.
Assim que abri a porta do café, empurrei o babaca para fora. Uma pequena plateia formada pelos acionistas se reuniu ali. Pareciam se divertir. Megan tentou entrar no nosso meio, mas a protegi com meu corpo.
— Saia daqui – pedi.
Na tentativa de protegê-la, levei o primeiro soco na cara. Senti o sangue escorrendo pelo nariz.
— Por favor? – ela implorou chorando, desesperada.
Olhei para ver se ela não apanharia sem querer, pois estava do meu lado, e o idiota, sem se importar, desferiu outro soco no meu peito. Doeu pra caramba. Abaixei-me com a dor do golpe e levei outro soco na cara.
— PAREM, Diogo! Façam isso parar – ela implorou a quem assistia. Ame todos pareciam animados com o espetáculo em plena manhã de trabalho.
— Saia daqui, Megan! Não consigo reagir com você aqui – pedi com todo o resto de calma que me restava.
Mas então vi algo que me paralisou. Quando a olhei, ela havia percebido o sangue em meu rosto e entrando em estado de choque. Seu corpo tremia e as lágrimas escorriam. Não se mexia.

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Cena 6

Sentido o ódio crescer, atingi um soco no rosto do Diogo com toda força.
Ele recuou, com dor, enquanto corri para minha Megan e a abracei.
— 𝘚𝘩𝘩... Vai ficar tudo bem.
Ainda a abraçando, vi que ele a olhava com preocupação. Depois de deixá-la naquele estado, Diogo acordou para a vida.
— Suma daqui. Se chegar perto dela de novo, vamos nos encontrar longe e ter uma conversa de onde só um vai sair vivo! – exclamei em tom de ameaça.
Diogo me mostrou o dedo do meio e foi embora, furioso.
Continuei abracando-a, e os tremores começaram a diminuir. Meneei a cabeça para meus colegas de trabalho. Eles entenderam o sinal e foram se afastando.
Estava impotente diante do desespero dela e sentia ódio ao imaginar o que Meg já devia ter passado e apanhado na vida.
Com cuidado, coloquei-a no carro e fomos para casa em silêncio.
Durante o percurso, ela se acalmou e me olhou com preocupação.
— Está machucado?
— Não o suficiente para apagar meus pecados.
Estacionei o carro e entrei em casa sem espera-la. Precisava de um uísque para me acalmar. Meu rosto doía pra cacete, ainda estava com raiva dela, e uma raiva maior de mim. Naquele café, parti para a briga na tentativa de protegê-la. Por fim, a magoei e a fiz relembrar o passado.
Já com a bebida, sentei-me no sofá. Meus pensamentos estavam longe e nem vi se ela havia entrado em casa.
— Posso cuidar de você? – ela pegou uma toalha molhada para limpar o sangue em mim.
Não respondi, mas deixei Meg se aproximar. Delicadamente ela começou a passar a toalha, que foi ficando vermelha de sangue.
— Fale alguma coisa pra mim, Leon. Pode gritar e me censurar.
— Pode ter certeza de que não quer escutar o que tenho para lhe falar.
Ela se sentou do meu lado e colocou a toalha no colo.
— Pode dizer. Já imagino o que seja.
Virei-me e olhei os olhos assustados de Meg.
— Por que fez aquilo?
— Me desculpa.
— Não quero desculpas. Quero saber por que agiu daquele modo. Você sabia que eu ficaria irritado.
— Tenho direito de sair desta casa sem lhe dar satisfações – ela rebateu.

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Cena 7

— Claro. Poderia ter saído com qualquer pessoa . O babaca tatuado era a exceção – comentei, tentando manter a calma.
— Diogo tem nome, Leon!
Balancei a cabeça, inconformado:
— Não o defenda. Não hoje. Não agora.
— Você torna tudo difícil. Complica o que já é complicado.
A pequena se levantou é começou a andar pela sala. Tomei mais um gole de uísque para não jogá-lo na parede.
— Vou lhe explicar algumas coisas que ainda não entendeu. Acordei é minha primeira preocupação foi o receio de deixar você sozinha em casa. Sabe o que fiz, Megan?
— Eu acho...
— Não – falei, interrompendo-a. – Você não sabe o que fiz. Liguei na empresa, peguei o telefone de todos os que estariam presentes na reunião eu liguei para cada um deles e os convenci a ir aquele café. Não era confortável, fora de mão pra todos, e o barulho fez a reunião demorar o dobro. Sabe por que fiz isso?
— Me desculpe...
— Fiz isso – continuei, ignorando suas desculpas – para tentar protegê-la. Eu estaria perto o suficiente para socorre-la se fosse preciso. E ai você chega com um cara que não para de dar em cima de você, e ainda de mãos dadas.
— Não estava de mãos dadas – ela me encarou, incrédula.
— Ai, céus, Megan! O que era aquilo? – gritei. Sem conseguir me controlar mais, levantei-me e mandei com toda a força o copo contra a parede.
— Pare com isso. Não quebre as coisas. Seja adulto para conversar e não arrebentar tudo.

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Cena 8

— Você que não é adulta! – gritei, apontado o dedo para sua cara. – Você não me obedeceu quando lhe pedi que voltasse para casa. Ficou lá, sabendo que eu estava trabalhando é incomodado com a situação. Depois me meti numa briga por sua causa, na frente de acionistas da empresa.
— Você se meteu porque quis. Eu não pedi que brigasse por mim – ela retrucou com um olhar penetrante, as lágrimas brilhando.
— Fui provocado é apanhei para te proteger, enquanto ele não se importava com você.
— Já pedi desculpas! – Meg berrou. – O que mais que que eu faça? Você me diz que não quer dar nomes para nossa relação, mas em seguida me proíbe de sair é quer comandar minha vida.
— É de nomes que você precisa? Não bastam as desmontrações de que você é mais importante que meu próprio bem-estar é orgulho?
As palavras a atingiram, é deixou as lágrimas rolarem livremente. Mas me atingiu com mais força saber o quanto ela tinha se tornado importante na minha vida.
— Então, vamos dar nomes. A partir de hoje, você é a minha noiva. Sem fingimentos, sem plano algum. É minha noiva é a mulher que vai dormir na cama comigo. Ou você aceita assim ou não tenho mais nada para lhe oferecer. Já lhe dei tudo que tinha.
— Menos seu coração – ela sussurrou.
— Não tenho coração, Megan. O que posso lhe oferecer está com você. Estou esperando sua resposta.

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Cena 9

MARATONA
1/12
Continuaaaaaaaa
Bjsssss

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Garota Anônima

Garota Anônima Ou céus 😱
Leon tomou iniciativa de pedir ela em casamento!!!o orgulho do Leão foi ferido kkkkkk. Agora basta saber se ela vai aceitar né 🤔

21/07/21 1 ResponderMais
Marisa Lopez

Marisa Lopez Quando sai o próximo??

21/07/21 1 ResponderMais
Maria Rita

Maria Rita Continua tô surtandoooo

21/07/21 0 ResponderMais
Bel Gomes

Bel Gomes Perfeito<3

21/07/21 0 ResponderMais
viviiiii 💕

viviiiii 💕 vai postar mais hj ?

21/07/21 0 ResponderMais
BÜŘĞŮËŠÅ•ŠÅFÅĎÅ

BÜŘĞŮËŠÅ•ŠÅFÅĎÅ mds precisso de mais😭, se não eu vou morreeee😭. Ameii ta prefeitooo❤❤❤

21/07/21 0 ResponderMais
💫❣ VamedlaRodrigues❣💫

💫❣ VamedlaRodrigues❣💫 Qualquer dúvida podem falar ☺☺☺

21/07/21 0 ResponderMais
web__Gabis__

web__Gabis__ mdss eu to surtandoooooooo

1d 0 ResponderMais
Maria Eduarda

Maria Eduarda Tá perfeitoooo❤️

21/07/21 0 ResponderMais
Duda Carmelindo

Duda Carmelindo Aiíii louca pro próximo capítulo

21/07/21 0 ResponderMais
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